sexta-feira, 28 de junho de 2013

Pequenas transgressões


Logo cedo, o pedido:

- Mãe...posso ir de sapatilha prá aula? 

E a recusa: 

- Não Lelê, só pode de tênis, você já sabe. É regra da escola. 

Aí, antes de sair, resolvo colocar um casaco na mala dela só just in case.  Ao abrir, o que vejo? A dita sapatilha. Respirei fundo e a chamei: 

- Filha, você sabe que não pode usar esse sapato no colégio. É pra sua segurança, você não vai conseguir brincar no parque tranquila, nem correr, nem fazer educação física. É pra você não machucar seu pé. 

Pronto. Sapatilha fora da mala e não se falou mais nisso. 

Mas fiquei com a pulga atrás da orelha: afinal, aos oito anos é normal dar esses “perdidos” nos pais? Dar aquela trapaceadinha básica para conseguir o que quer? Ou, horror dos horrores, estamos cultivando algum tipo de comportamento delinquente sem saber?

Bati um papo com a psicóloga Ceres Alves de Araújo, da PUC-SP, especialista em comportamento infantil, e ela me tranquilizou: esse tipo de atitude nem sempre é sinal de encrenca. Depende da idade. Passada a primeira infância, a criança já luta pelos seus desejos e tenta descobrir meios - lícitos ou ilícitos - de alcançar o que quer. “Isso não significa uma transgressão em si, uma mentira, e nem pode ser tratado como crime”, explica a doutora Ceres. Só significa que ela está tentando dar um jeitinho.  O seu jeitinho, diga-se.

Agora a parte dos pais: diante de uma “ocorrência”, é preciso esclarecer as regras, ensinar os porquês, ensinar a controlar os desejos. E, vale lembrar, ter regras é fundamental para que a criança se sinta amada e segura e para fortalecer sua autoestima. Sem isso, pode achar que os pais não se importam com ela.

Como nessa fase os pequenos ainda não têm ética pessoal, quem sabe o que é certo e errado são os pais. E cabe a eles deixarem isso claro. Tudo com calma e tolerância. “Na maioria das vezes isso já basta”, diz Ceres. Mas se o comportamento se torna muito frequente, aí é sinal de problema. Isso quer dizer que das duas uma: ou a criança está tentando chamar a atenção por algum motivo, ou não consegue conter seus próprios impulsos. Vale investigar. Até porque, logo mais, o tal pequeno entrará na adolescência, fase em que, na prática, as regras existem para ser quebradas. Imagine o moleque fazendo isso sem nem um pingo de peso na consciência.

Beijocas!

Gabi

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Combatendo a barriguinha no pós-parto

Não importa se você malhou a gravidez inteira ou se é uma sedentária convicta. Depois do parto, não tem mulher que não passe por uma crise, seja porque quer retomar a vida e a energia de antes, seja porque quer pelo menos um pouco do antigo corpinho de volta.

Outro dia conversei sobre isso com uma expert no assunto, a educadora física Juliana Freitas, da MJ Personal Trainers. Como ela também é mãe, sabe muito bem do que estamos falando e das dificuldades de malhar com um recém-nascido em casa. Por isso, topou ensinar alguns exercícios bem básicos que você pode tentar encaixar entre uma mamada e outra (mães que pariram há mais tempo também são bem-vindas!).

No post de hoje, dois exercícios para combater o grande vilão: a barriguinha (quem mais?). O objetivo aqui é ajudar a fortalecer a musculatura do abdômen. Vale lembrar que quando esses músculos ficam fracos, quem acaba sofrendo são as costas, a postura e, claro, o espelho.

Mas pelamordedeus: antes de dar a largada, converse com seu médico. Só ele pode avaliar a saúde do seu coração e possíveis desvios posturais, além de problemas de articulação – e dizer se você já está liberada para fazer exercícios. Cada parto, ops, cada caso é um caso.



Aqui você pode alternar o apoio dos pés (como na foto acima) ou ficar com os dois apoiados no chão. Na primeira opção, faça duas séries de 12 repetições assim: eleve um dos pés o máximo que conseguir com a perna estendida e volte a apoiá-lo no chão para trocar de perna. Levante um, depois o outro, alternando sempre. Quando completar o número de repetições, descanse por 30 segundos antes de começar a segunda série. Se você estiver muito em forma, pode tentar fazer três séries de 15 repetições. Se preferir outra opção, tente ficar por 30 segundos paradinha. Atenção para a postura: não deixe que os ombros se aproximem das orelhas e mantenha a barriga bem contraída. O objetivo é tentar ficar com o corpo paralelo ao chão.


Neste exercício é preciso ter força para elevar as duas pernas estendidas e voltar a colocá-las no chão. Faça também duas séries de 12 repetições, podendo tentar a terceira série se estiver mais bem condicionada. Não se esqueça de fazer dos dois lados. Alterne fazendo uma série de um lado, vire e faça do outro sem descanso. Se ficar muito puxado, pode encostar a cabeça no braço. Atenção: quem tiver hérnia de disco ou qualquer problema na coluna deve evitar este exercício!




Repita o treino em dias alternados e não se esqueça de dar uma alongada antes e depois! E fique de olho no blog, porque vamos continuar dando diquinhas de como manter ou recuperar a forma perdida...

Bons treinos!

Gabi

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Vamos tomar café da manhã?


            Aqui em casa a molecada só quer saber de leite com achocolatado logo cedo. Vez ou outra consigo oferecer uma fatia de pão com margarina e já fico feliz da vida com o feito.


Mas a situação parece que é um pouco pior por aí. Tem criança que não come nadica de manhã. Esse panorama foi comentado durante o Ganepão, um dos maiores congressos de nutrição do país, que aconteceu na semana passada. Passei por lá e assisti uma aula excelente da nutricionista Sônia Tucunduva, professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. A expert frisou que o desjejum é fundamental para o desempenho cognitivo. Sem contar que é o momento perfeito para consumir fontes de cálcio e, assim, alimentar o esqueleto que está em plena fase de crescimento.


Há algum tempo, fiz uma reportagem sobre o assunto e aprendi alguns macetes para acabar com a desculpa de falta de tempo para sentar-se à mesa nessa refeição. Aos apressadinhos, a sugestão é consumir alimentos práticos, caso de frutas como a banana, de iogurtes de garrafinha, de torradas e de biscoitos – melhor que sejam os integrais e nada de recheio, por favor!


Outro truque é deixar tudo meio preparado na noite anterior, se possível aprontar até a mesa. Já para aqueles que alegam falta de apetite, a dica é começar com pequenas porções até acostumar. Vale a pena. Ah, aliás, estudos revelam que quem faz um bom café da manhã tende a ficar em dia com a balança. Pense bem, não é mais um excelente motivo?

             E o que não pode faltar?

            Pães, cereais ou biscoitos são ricos em carboidrato, que deve ser o principal item. Afinal, ele oferece combustível ao cérebro e aumenta a disposição.

             Leite, queijo ou iogurtes são ótimas fontes de cálcio e de proteína. Aliás, cabe mencionar que o cálcio deve ficar longe de fornecedores de ferro, já que eles competem na absorção. Mas como ninguém come bife cedinho...

             As frutas ou sucos não podem ficar de fora. Elas colaboram com o aporte de vitaminas e de fibras e dão aquela força ao intestino.

            Beijim.
            Reg

domingo, 23 de junho de 2013

Nomes...

Cada nome tem uma história – que diz muito da história da criança e dos pais. Fiquei pensando nisso hoje em que vários sites só falam de como a espetaculosa socialite Kim Kardashian resolveu batizar sua bebê: North West. Quem escolheria um ponto colateral para chamar a filha? Só ela mesmo. (Apesar que, convenhamos, ela não está sozinha, tem mais celebridade surtando: Shakira, que batizou o filho de Milan, Beyoncé e sua Blue Ivy, Gwineth Paltrow com sua Apple e Nicole Kidman, que deu à filha o nome de Sunday, ou domingo. Só para citar algumas poucas).

O duro é que, bonitos ou feios, estranhos ou comuns, todos nós – celebridades e simples mortais - carregamos essa escolha involuntária pelo resto da vida.

Uma conhecida deveria se chamar Juliana, que ela adorava, mas virou Janaina no cartório – que sempre detestou. Uma amiga francesa teve que ouvir que seu nome, Sylvie, foi escolhido porque os pais não apostavam que ela sobreviveria – em francês o nome soa exatamente como “s´il vit”, ou “se ele viver”. Indignada, ela respondeu à provocação dizendo que os pais da outra esperavam que ela morresse virgem por batizá-la de...Virginie.

A Tatá me contou de uma colega da faculdade que foi chamada Evandreia porque o casal resolveu juntar os próprios nomes, Evandro e Andreia, no da filha – coisa que ela, digamos, não adorava. Já uma grande amiga minha sempre se ressentiu de que seu nome foi escolha do irmão...como se os pais não se importassem de verdade com isso. Conheço gente que tem o mesmíssimo registro que o pai, que o avô e que o tataravô...E outros que justamente abominam a ideia de um carimbo em série, como se a pessoa não pudesse fazer outra coisa na vida que repetir a história da família.

Eu mesma, embora goste muito do meu Gabriela, cansei de ouvir “...cravo e canela?” logo depois de cada apresentação...(e Jorge Amado nem está entre meus autores favoritos...)

Quando fiquei grávida da primeira vez, a decisão do nome foi meio fácil: a gente adorava o som e o significado de Beatriz, a que traz alegria. Na segunda, ouvi num parque uma mãe chamando “Letícia” e lembrei dessa opção que estava lá adormecida. “Laetitia”, a própria alegria em latim, revelou ter mesmo tudo a ver com a dona da certidão de nascimento. Na terceira barriga, quando fizemos uma listinha de opções de menino, quem ganhou nossa preferência foi uma sugestão das irmãs – Felipe que, além de bonito, era o nome de um tio meu, muito bondoso e sábio.

Crise existencial todo mundo tem algum dia. Mas a gente não precisa dar um motivo prá cria já ter a sua garantida só de ouvir o primeiro chamado. Com tanto nome sonoro, com tanto significado forte, com tanta, mas tanta opção, vamos combinar uma coisa: Noroeste não, ok?  

E você, já parou prá pensar na história do seu nome? Já conversou com seu filho sobre como decidiram batizá-lo? Esse papo pode ser uma ótima oportunidade de mostrar os sentimentos e desejos que envolveram essa opção tão importante! E, se ainda estiver em tempo, qual herança quer deixar para seu filho com sua escolha? Lembre-se: um dia você poderá ser convocado a dar satisfações!

Beijos,

Gabi, Gabriela

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Malhação + gravidez, uma dobradinha que dá certo


Sempre gostei de praticar atividade física. Por isso suei a camisa até o dia anterior ao nascimento da Isabela. É claro que depois que recebi o resultado positivo do exame, passei a tomar alguns cuidados. Abandonei os movimentos com muito impacto, ficava de olho o tempo todo na minha frequência cardíaca para não deixá-la subir demais (os especialistas indicam que ela fique entre 120 e 140 bpm nas mulheres que não têm algum problema mais sério) e comecei a ser acompanhada mais de perto pelo professor. E o resultado não poderia ser mais positivo. Notei que a minha disposição e o meu fôlego não ficaram prejudicados na gestação - até o final eu conseguia subir alguns lances de escada sem ficar com a língua de fora – não inchei praticamente nada e engordei muito pouco. Além disso, percebi que a minha recuperação depois do parto foi muito boa e soube que isso tem bastante relação com o fato de eu nunca ter abandonado a academia.
Estes dias estava conversando com o meu professor da academia, o personal trainer Fernando Basílio, sobre o assunto e ele me disse que de fato a malhação, feita com os devidos cuidados, que fique bem claro, só traz benefícios para as futuras mamães. Ele me explicou que a atividade física ajuda a manter a pressão sanguínea controlada, melhora a circulação, auxilia no controle do ganho de peso, o que também evita o diabetes gestacional e ainda deixa o feto mais relaxado, principalmente se a atividade for feita na água. Outra vantagem é que, dependendo do tipo de exercício, é possível reforçar o assoalho pélvico, os músculos localizados na região entre as pernas que ajudam a sustentar o útero. Mas, como eu já disse, se você está carregando um bebê não dá pra simplesmente calçar o tênis e colocar o corpo para se movimentar. Antes de mais nada é preciso conversar com o seu médico para que ele veja se não há nenhuma contraindicação especial no seu caso, principalmente se você não estiver acostumada a se exercitar. Outro detalhe importante é que as grávidas ficam com os ligamentos mais frouxos, o que aumenta a chance de uma lesão. Mas se todos esses detalhes forem observados, não pense duas vezes antes de deixar a preguiça de lado. Você só tem a ganhar. Eu garanto!

Beijos,

Tatá


terça-feira, 18 de junho de 2013

iAgora?


Ok. A gente sabe que a tecnologia veio prá ficar, que faz parte do mundo das crianças e que tem muita coisa boa a oferecer (blogar por exemplo...eh,eh,eh). Mas que dá uma aflição danada toda vez que a brincadeira gira excessivamente em torno de telas...ah isso dá. Afinal, a gente não quer transformar o Apple num verdadeiro Pineapple..

Existe uma distância enorme entre presentear com um smartphone criaturas que nem sabem ler e achar que essa brincadeira é só de adulto. Perdida no meio desse caminho, fico me perguntando como tirar proveito desses recursos e impor limites, sem voltar ao tempo das cavernas. Esse assunto veio à tona em algumas entrevistas que fiz ultimamente.  

Então, vamos ao que dizem os especialistas. Prá começo de conversa, a Academia Americana de Pediatria diretamente recomenda não oferecer os badulaques digitais aos menores de dois anos de idade. Simples assim. Quanto mais seu bebê usar todos os sentidos para conhecer o ambiente que o cerca, mais rica será sua experiência. Ponto. Desnecessário dizer que isso vai fazer dele alguém mais criativo e inteligente.

Depois, a questão passa a ser, claro, de dosagem. “Não se trata de proibir, mas também não é o caso de liberar de forma irrestrita, como se a criança soubesse os limites”, diz o psicólogo Lino Macedo, da USP. Bingo. Isso porque o amadurecimento do cérebro que permite o controle dos impulsos só chega lá pelos 18 anos de idade. Até lá, reina a impulsividade. Ou seja: cabe aos pais exercer o famoso controle parental para saber se os filhos estão jogando jogos adequados à idade e estabelecer limites de tempo. Deixados à própria sorte, eles simplesmente não vão saber se desligar do aparelho.  “Você não deixa uma criança sozinha com um pote de sorvete, certo?”, compara o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependência de Internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.

Agora, os riscos do excesso: em primeiro lugar, abduzida pelo mundo digital, a criança deixa de interagir “ao vivo e a cores” com as pessoas. E isso a priva de um aprendizado essencial: saber ler o comportamento dos outros – que é a base da empatia. Em segundo, esses jogos acionam um padrão cerebral que, repetido muitas e muitas vezes, faz a pessoa lidar com o mundo de um jeito mais dedutivo e menos analítico – ou seja, de certa forma mais superficial. Terceiro: o prazer encontrado nos jogos libera uma descarga de substâncias químicas no cérebro que gera uma sensação de prazer. Cada vez que a pessoa quer evitar algo ruim, corre para essa saída, digamos, mais atraente. É um jeito pobre de lidar com seus humores e frustrações – que desemboca em ...mais joguinhos.  

É claro que a cultura digital veio prá ficar. Mas assim como a escrita não acabou de todo com a tradição oral, nem a TV aniquilou o rádio, os computadores não vão substituir a bicicleta, a bola e tantos outros jogos e brinquedos que ajudam a criança a se conhecer e a aprimorar sua relação com o mundo e com os outros. Cabe a nós, pais, estabelecer a dosagem de cada brincadeira para que os pequenos tenham uma vivência mais rica. E absorvam muito mais do que estratégias para pontuar no Candy Crush. 

É isso!

Gabi

segunda-feira, 17 de junho de 2013

9 opções criativas para a hora do lanche

Cansada de mandar a bisnaguinha de sempre na lancheira do filhote? Eu estou. Aliás, conheço um monte de gente na mesma situação. Confesso que na pauleira de todas as manhãs, muitas vezes coloco um pacote de palitinhos de gergelim com uma banana na mochila dos meninos e pronto.  Sim, essa praticidade resolve a vida, mas como fica a tal da dieta equilibrada nesse corre-corre?

Especialistas enfatizam o quanto é importante alternar os alimentos que compõem o lanche para não cair na monotonia. Apresentar novidades é uma estratégia que ensina a criança a comer de maneira variada e saudável, o que garante mais nutrientes.

E a falta de tempo no contexto?  Gostaria muito que o dia tivesse um pouco mais do que 24 horas para poder dar conta de tudo. Mas, como ainda não existe nenhuma mágica para fazer os minutos multiplicarem, vale lançar mão de alguns truques, como o de preparar o suco de frutas antecipadamente e guardar na geladeira. Ok, um pouco da vitamina vai embora, mas boa parte fica ali, pode acreditar. A mesma dica vale para sandubas e afins.
         
Em nome da praticidade, a Gabi me contou que recorre às frutas desidratadas, à cenoura baby, ao tomate cereja e a um tipo de queijo chamado baby bell (nunca ouvi falar!), sem contar os pacotinhos individuais de cereais. Ela também não deixa de apostar em uvas, mexerica, morango, ou seja, opções fáceis.

Entretanto, para aqueles dias mais inspirados, nos quais dá para abusar da criatividade na cozinha, que tal experimentar receitas mais elaboradas? 

Confira a seguir 9 maneiras inusitadas para montar a lancheira, que foram criadas com exclusividade para o Fralda Justa pela nutricionista Lara Natacci, do projeto Meu Pratinho Saudável. Ah, a sugestão da expert é não adoçar os sucos e, quando for o caso, optar por mel.

1)
1 pão do tipo folha com geleia de uva
1 garrafinha com suco de laranja
1 queijinho processado industrializado

2)
2 fatias de pão de fôrma com patê de beterraba (amassar a beterraba cozida com cream-cheese)
1 garrafinha com suco de mamão

3)
1 fatia média de bolo de cacau
1 caixinha de suco de soja
10 uvas

4)
3 cookies integrais de frutas vermelhas
1 pote de iogurte natural batido com pera

5)
1 sanduíche pequeno de pão caseiro com creme de ricota, frango desfiado e folhas de rúcula
1 garrafinha com suco de goiaba

6)
1 broa de milho
1 caixinha de suco de soja
1 banana

7)
1 xícara de cereal integral para misturar com 1 pote de iogurte
1 garrafinha com suco de maçã


8)
½ xícara de oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas)
1 garrafinha de vitamina de leite com frutas

9)
1 xícara de coalhada seca
½ xícara de frutas secas  (uvas-passa, damasco, ameixa e figo seco)
3 biscoitos de aveia

Beijim.

Reg