sexta-feira, 10 de maio de 2013

23 coisas que toda mãe merece...


  • Ganhar um beijo gostoso
  • Ver o prato limpo
  • Receber um boletim azulzinho
  • Ficar à beira da piscina sossegada
  • Tomar banho sem ouvir “manhêeeeeeee!”
  • Não interromper o jantar, a conversa ao telefone, o cochilo de domingo porque alguém gritou “manhê ......fiz cocô!!”
  • Sair com o marido para jantar fora e não falar de filhos
  • Sair com as amigas e só falar bobagem
  • Ficar sozinha e não falar com ninguém
  • Viajar sem se sentir culpada (nem arrependida...)
  • Assistir a filmes próprios (e impróprios) para maiores de dez anos
  • Assistir a um filme inteiro (sem “pause”)
  • Poder fazer a unha quando quer, se depilar quando precisa e malhar todo dia (ou nunca, se preferir)
  • Tirar uma folga (uminha que seja...) das reuniões da escola
  • Ir trabalhar sem cheirar a leitinho, nem com manchas de suquinho, nem com nada que lembre “amamentar”
  • Ter tempo de se arrumar depois de deixar o filho liiiindo prá sair
  • Receber uma cantada
  • Ouvir um “eu te amo” no meio da tarde
  • Ouvir um “você está linda” (mesmo descabelada e com olheiras...)
  • Ter a sua barriga de volta. E o cabelo, e o culote e a pele lisinha também
  • Ter um marido (ou um namorado, ou um ficante) que faça massagens nos pés e que depois diga “pode deixar que eu ponho ele prá dormir”
  • Lembrar que tudo vai dar certo no final. Se não deu, é porque ainda não acabou
  • Deitar a cabeça no travesseiro à noite sabendo que deu o melhor de si. E que toda mãe erra de vez em quando

Um ótimo Dia das Mães a todas!

Reg, Tatá e Gabi

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Quer um bebê tranquilo? Bora cuidar de você, mamãe

Foto: Marly Pereira
Quem nunca chorou numa madrugada insone junto com seu bebê? Quem nunca sentiu tristeza ou solidão naqueles meses em que a gente se transforma praticamente num peito que amamenta e dificilmente consegue cuidar do cabelo, das unhas, que dirá do corpo – ou do próprio marido.

Calma, meninas. Isso tudo é normal e ninguém precisa se culpar por sentir falta de tantas coisas pré-maternidade...ninguém é menos mãe por isso. Esse foi um dos assuntos discutidos no bate-papo que a Johnson`s Baby promoveu ontem, aqui em SP. Nós do Fralda Justa estávamos lá para conferir toda essa conversa bem de perto. Pro debate, a Johnson`s convidou dois nomes de peso: a psicanalista Betty Milan e o pediatra Hany Simon Jr.

Uma coisa em que os dois concordam é que, quanto mais a mãe se cuida e se sente bem, descansada e bonita, mais energia boa ela passa pro filhote – que, sim, sente tudinho. E reage de acordo.

“Se a mulher não consegue se enxergar como pessoa e passa por estresse constante acaba provocando alterações hormonais no bebê. E isso não passa só pelo leite, as próprias mudanças que ocorrem no corpo da mulher quando ela está tensa afetam o pequeno”, disse o doutor.

Então fica o recado. Cuide-se que você estará cuidando muito melhor do seu bebê!

beijos,
Reg, Tatá e Gabi

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Quem disse que os filhos preferem as mães em casa?

Vancity197/stock.xchng

Por essa eu não esperava... Quando eu decido pedir demissão, desacelerar para ter mais tempo com meus filhos e largar a vida de plantão, de chegar tarde, de trabalhar feriados, eis que minha filha mais velha me sai com essa: “Mãe...agora que você saiu do seu emprego, o que você vai fazer além de nos levar pra natação e essas coisas?”.

Crise-de-mulher-que-trabalha minha avó já tinha. Mas crise-dos-filhos-de-mães-que-param-de-trabalhar? Essa foi nova para mim.... e eu não sabia se ficava feliz (afinal a Bia cresceu vendo que a mãe gosta de trabalhar) ou se me preocupava (sabe-se lá que tipo de mãe neurótica sou quando sou só mãe).

Bom, mãe em crise...corri prá psicóloga. Bati um papo com a Dra. Ceres de Araújo, especialista em comportamento infantil da PUC-SP, e ela me atualizou: foi-se o tempo em que os filhos ficavam revoltados com a mãe que trabalha fora (claro, desde que ela não suma de casa, por favor). E ela disse mais: hoje é comum ouvir dos filhos que, se a mãe não tem nenhuminha ocupação (além das domésticas...), deve ser porque tem algo de errado com ela, tipo era meio “burrinha” prá só viver às custas do marido. Dra. Ceres arrematou dizendo que a profissão da mãe traz valor para a identidade do filho. Simples assim.

Agora, vai de cada um como lidar com isso sem perder o rebolado pra virar aquele ser multitarefas em que a gente se transforma. Afinal, não dá prá delegar coisas como ir nas reuniões de escola e apresentações de balé, acompanhar lição de casa, levar prá atividades interessantes, escutar os dileminhas deles, participar das alegrias, consolar as pequenas e grandes tristezas. De preferência, com um sorriso no rosto e um bocado de paciência. Prá isso, acho que ninguém tem a receita ainda.

Ah, quer saber o que eu respondi prá Bia? ...Abri um blog sobre maternidade!!!

Beijos e que a nossa senhora das mães em crise ilumine todas as mães que trabalham, as que querem ficar em casa prá cuidar dos seus filhotes e as que ainda não decidiram como resolver essa questão!

Gabi

terça-feira, 7 de maio de 2013

Bebês x animais de estimação. Uma relação que tem futuro?

Foto: Marly Pereira
Recentemente fui visitar uma grande amiga que está grávida do primeiro filho. Ela me contou que, apesar da felicidade de se tornar mamãe em breve, estava inconsolável porque teria que doar o labrador que criava no seu apartamento como se fosse um filho. Ela me explicou que a recomendação tinha vindo de uma prima que, por ordem do obstetra, teve que fazer a mesma coisa quando estava prestes a dar à luz. Achei esse papo muito estranho, pois conheço um monte de gente que tem filho e animalzinho em casa vivendo na maior harmonia. Mas, como esse assunto nunca tinha sido levantado no consultório do médico da Isabela já que não tenho nenhum pet, sugeri que ela conversasse com um especialista antes de tomar qualquer decisão.

          Na semana seguinte ela me ligou toda feliz contando que eu estava certa. O pediatra que vai cuidar do Guilherme garantiu que não há nenhum problema em manter o cachorro em casa depois que o pequeno chegar ao mundo. Mas alguns cuidados são imprescindíveis para que essa convivência seja segura, independente do tipo de animal. As vacinas devem estar rigorosamente em dia, ele precisa visitar o veterinário frequentemente e estar com a higiene em dia. Além disso, ele nunca deve ser colocado dentro do berço ou para dormir com o bebê e os carinhos que o pequeno faz no bicho devem ser acompanhados de perto, já que ele não tem muita noção da sua força e dos locais que não podem ser tocados.

Beijos

Tatá

segunda-feira, 6 de maio de 2013

No meu prato entra quiabo, mas mandioquinha, não!



 A baba do quiabo faz muita gente riscar o vegetal da dieta. Não à toa, né? Aquele líquido não tem um aspecto dos mais apetitosos.  Mas existe criança que se delicia, pode acreditar.  O Victor, meu mais velho, nem liga para o caldinho viscoso, pelo contrário, ele come uma bela porção e ainda pede mais. Principalmente se for a “receita da avó”, claro.
Agora, se eu incluir pedaços da adocicada e suave mandioquinha no prato, o menino torce o nariz e deixa de lado. Vai entender...
 Essa contradição é típica de uma turma batizada por especialistas como seletivos. Eles simplesmente odeiam alguns alimentos e daí não tem acordo, jeitinho, aviãozinho, carinho ou bronquinha, os danados travam a boca e pronto!
Aprendi com o dr. Mauro Fisberg – pediatra e um dos maiores especialistas em dificuldades alimentares infantis –  que é fundamental ter paciência nessas horas. Respirar fundo e contar até 1 000, se for o caso. Isso evita que a mesa se torne quase uma “praça de guerra”, como diz o professor.
Fisberg enfatiza que jamais se deve forçar a criança a engolir o ingrediente indesejado. Uma atitude dessas pode piorar a situação e fazer com que o pequeno veja a hora do almoço ou do jantar como um momento de tortura e sofrimento.
Também não é preciso excluir o alimento da dieta da família só porque o seletivo não quer, por favor. Que tal apostar em outros modos de preparo? Ainda descubro como deixar a mandioquinha irresistível para o Vi.
         E, por falar em receita, vou contar um truque da vovó para que o quiabo fique menos “baboso”: esprema bastante limão. Vale a pena, viu? Cientistas afirmam que a hortaliça contém um mix de substâncias, caso das fibras solúveis, que colaboram para o equilíbrio do colesterol na corrente sanguínea. O coração vai bater feliz!
         Beijim.
         Reg

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Sono, o grande vilão de nove em cada 10 mães



Basta uma pobre mãe cheia de olheiras começar a se queixar que seu bebê não dorme para todo mundo só lembrar de como suas noites eram tranquilas. Eu ficava me achando uma ET, a única a não pregar os olhos durante as longas primeiras semanas da minha filha mais velha. Muitas conversas com mães sonolentas depois, percebi que se seu filho dorme a “noite toda” desde que nasceu, considere-se muito sortuda. Seu caso é exceção, não a regra.

Esses meses são realmente difíceis, mas algumas regras podem ajudar. Ou pelo menos, não segui-las é o caminho certeiro para o desastre se instalar por mais longos meses. As dicas da Academia Americana de Pediatria funcionaram comigo, mas não espere milagres de uma noite para a outra:

Desde o nascimento
  • Dica número um: seu bebê não sabe nada sobre o movimento de rotação da Terra. Por isso, ajude-o a diferenciar o dia da noite desde cedo, deixando-o dormir com claridade e cortinas abertas, sem impor um toque de silêncio de dia, e brincando bastante quando estiver acordado.
  • As mamadas e trocas noturnas devem ser em ambiente absolutamente silencioso e escurinho. Tente não estimulá-lo nem conversar muito nessas horas.
  • Não o acostume a adormecer balançando no colo, passeando no carro ou no carrinho, sendo embalado e acalentado. Pelo menos não todas as vezes. Assim você não vai criando um hábito que pode ser difícil de erradicar mais tarde. Seu pequeno, que de bobo não tem nada, ficará esperando para sempre aquele estimulo para dormir.
  • Coloque-o no berço sonolento, porém acordado, para que aprenda a pegar no sono sozinho
  • Não corra ao primeiro buá. Dê a chance a ele de retomar o sono.
  • Principalmente: não faça dessas dicas uma paranoia nos primeiros três meses do seu bebê: nesse período, tudo é válido e ainda não é hora de impor uma rotina rigorosa de sono.  

A partir dos três meses e nos primeiros anos da criança:
  • Imponha uma rotina:  a criança deve sempre ir pra cama no mesmo horário, fazendo um pequeno ritual antes para marcar a transição do dia para a hora de dormir. Leia uma história, cante uma musiquinha, deixe-o com algum brinquedo favorito (desde que não ofereça riscos, como botões soltos, borrachas e enchimentos que possam sufocar, etc).
  • Mas seja consistente: a rotina deve ser seguida todos os dias
  • Deixe que o bebê se sinta confortável: atenda pequenos pedidos como um último copo de água ou uma luzinha acesa. Mas também não deixe que os pedidos sejam intermináveis.
  • Em hipótese nenhuma leve a cria pra sua cama. Ou você terá outro problema para resolver mais pra frente – isso sem contar o problema imediato da falta de intimidade com o pai em questão.
  • Não volte a cada chamado. Tente esperar uns segundos e aumentar esse tempo gradativamente antes de correr para ele. Faça-o esperar a cada dia um pouco mais até que você não precise chegar bem ao lado, bastando uma palavra de consolo desde longe. Sempre lembre que está na hora de dormir.
Boa sorte e bons sonhos!

beijos,

Gabi

quarta-feira, 1 de maio de 2013

A sobrevivência dos Croods – e a nossa



Não, não foi aquela mensagem sobre vencer os medos e tal que me pegou ao assistir “Os Croods” (prá quem não viu, o filme deixa uma reflexão bacaninha sobre como o medo do desconhecido nos paralisa e nos impede de mudar...). O que me deixou mesmo paralisada na poltrona do cinema foi ouvir uma frase mais ou menos assim: “Eu só estava tentando sobreviver” (diz o pai medroso), ao que o menino corajoso responde: “Você só estava agindo como pai”.

Fiquei pensando em quantas vezes, na gincana em que se transforma nossa rotina entre filhos, trabalho, casa, ginástica, supermercado, médicos, reuniões etc etc, somos levados a simplesmente focar toda nossa energia para satisfazer as necessidades básicas e mais primitivas do nosso pequeno grupo (A criança comeu? Escovou os dentes antes de dormir? Fez a lição de casa direitinho? Está saindo de regatinha só “porque está sol lá fora”, mas é pleno inverno? A lancheira está minimamente saudável? Está levando a sucata para a atividade na escola? Lembrei de marcar consulta com a pediatra?).

E também nas tantas outras em que falta energia e atropelamos os menores sem dó nem piedade se querem contar uma história mais demorada diante de um prato ainda intacto, querem dar só mais um beijinho antes de dormir (ou sair), nos convidam prá sentar e montar um quebra-cabeça enorme... Os anos passam rápido e eu não quero só sobreviver à infância dos meus filhos, nem que eles pensem que a vida é uma lista de tarefas a ticar. Quero mostrar como a vida é boa – e como ela é muito melhor com eles.

E você, também se sente assim de vez em quando?

beijos,

Gabi